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14 de jan. de 2012

Desfrutando da Liberdade

Por: Rafael Nascimento dos Santos




Durante o dia, desfrutei da liberdade que eu tinha sobre o tempo e o espaço. Busquei explorar meu tempo do hoje para experimentar novos mundos e do espaço que me cercava busquei outras formas de usá-lo ou deixá-lo em desuso. Em companhia de um grande companheiro de aventuras passamos o dia a explorar cada pequeno espaço que havia a nossa volta. Com uma pequena bola levemente áspera por ter tido um desgaste sobre sua superfície, buscamos explorar sua potencialidade, colocando-a para saltitar por entre as estruturas rugosas e rígidas de concreto no nos protegia das intempéries criando diversas trajetórias sobre o espaço a cada ponto que atingia, mudava-se sua trajetória dando graça a seus movimentos formais, mas mesmo neste ambiente podia-se perceber uma leve brisa que perpassava por entre nós acariciando nossa pele e anunciando que haveria maiores ventos o mais breve possível. Passamos o dia a brincar, como se o tempo naquele momento não tivesse o menor valor, o que desejávamos era passarmos o dia a brincar e ter novamente aquela sensação que mesmo que o tempo tenha passado, naquele momento a sensação que prevalecia era a de ter voltado a ser uma criança, sem o peso da responsabilidade que o mundo nos impõe, fazíamos aquilo pelo simples desejo da liberdade de pensamento, de sentimento, de liberdade pela liberdade. Continuamos ali aproveitando cada espaço que o tempo nos permitia prosseguir naquele ilusório desejo de liberdade e euforia de ter a sensação de ser criança novamente. Tudo isso era permitido enquanto o tempo não nos impedisse ou vinhé-se nos colocar em sua trajetória novamente e nos infligir a ordem de voltar a ser controlado por ele e ter que voltar a rotina rígida, mas necessária para continuarmos em frente.

13 de jan. de 2012

Sexta Feira 13, Primeira do Ano de 2012.

Por: Rafael Nascimento dos Santos




Já se fez noite e por entre as ruas escuras e solitárias caminho, não há um pé de pessoa na rua, nenhum carro e nenhum animal a vista, solitariamente buscando a razão de meu caminhar. Em uma noite de sexta feira 13, a lua, em cor cintilante, e sua imperiosa presença me presenteia com sua presença para não me sentir só. O silencio que a noite me doa, me permite pensar e refletir sobre o instante. Mesmo em companhia do silencio ardiloso e da presença da lua em sua grandiosidade, a sensação que impera é a da solidão. O ar a minha volta atribui um peso sobre mim e meu coração senti-se comprimido e angustiado. Há algo que instiga a medo, sangue e morte. Com isso, o medo, como essência humana, me fixa temor do desconhecido e a cada passo dado, contado de forma métrica, meus olhos alucinados com o breu contido onde não havia luz, idealiza monstruosas criaturas, que poderiam sair das sombras. Mesmo com medo continuei por entre as ruas a caminhar, com a esperança de que chegasse o momento em que a noite iria se despedir deixar seu posto e permitir ao dia a chance de nos mostrar seus encantos e sua grandiosidade e poder se acomodar e nos abarcar em uma sensação de alivio, devido a uma noite de medo e receios do desconhecido. O tempo passou marcado pela sensação que nunca iria alcançar o dia, mas ao fim da noite o dia se fez, e com ele regido de luz espantou as trevas e todas as sensações lúdicas e tenebrosas de uma noite de sexta feira 13. 

6 de jan. de 2012

Doce Ilusão

Por: Rafael Nascimento dos Santos




Quando pobre,
enriquecer é o objetivo maior.
Quando desempregado,
ter um simples emprego é algo  grandioso.
Quando doente,
voltar a ter saúde é um sonho que muitas vezes não se realiza.
Quando baixo, alem de ser menosprezado,
ser alto, é um desejo absurdo de se realizar.
Quando feio,
não falta beleza que o faça deseja e se sentir humilhado.
Quando a fome bate,
a comida, não vem e o que sobre é o desejo e os sonhos, da mudança.
Quando, quando...
Quando rico,
não há desejo, o mais, é ser rico.
Essa é a vida.
Doce ilusão.

1 de jul. de 2011

Amontoado de Traços simplorios.



A cada traço feito,
a surpresa da descoberta.
Algo a ser construido.
Na mente muitas coisas
no papel linhas e mais linhas.
Ao terminar.
Olha a surpresa.
Composto em traço, uma jovem.
Jovem esta, de grande beleza.
Atraente e encantadora.
através do traço revela-se
a verdadeira alma
que a jovem contem.
A jovem de meus sonhos.

Por Rafael Nascimento dos Santos

17 de out. de 2009

Arrependimento.

por Rafael Nascimento dos Santos.


Tudo que sei
é que errei.
Errei porque achava que estava certo.
Mas fiz a escolha errada nao tenho duvida.
Pedir para que saisse da minha vida
e percebe o vazio
que minha vida iria se tornar
e por isso peço-lhe perdao
do fundo do meu coraçao
mesmo que as palavras nao sejam suficientes
farei o possivel para mudar
e tentarei reconquistar seu coraçao.
Desde o dia que te deixei
nao parei de pensar em você.
Nao sei você, mas eu te amo.
E é por isso que estou aqui,
tentando consertar o que eu fiz de errado.
novamente te faço a pergunta
mesmo que nao seja o que eu espero
mas tenha a certeza que nao irei te esquecer
estara sempre aqui
marcada a ferro em meu coraçao.
te esperando.

Te amo meu amor estarei sempre aqui a te esperar.